Café com a Oficina: Finlândia – repensando o sentido da educação

finlandia

A República da Finlândia, país nórdico que faz divisa com a Rússia e a Suécia, com pouco mais de 5 milhões de habitantes, tem atraído as atenções do mundo pela qualidade de sua educação.

A sociedade finlandesa valoriza a educação. O ensino é obrigatório dos 7 aos 16 anos, mas apenas 1% dos estudantes não continuam os estudos após isso. Atualmente, 75% dos adultos entre 25 e 64 anos têm diploma de ensino superior.

Há não muito tempo, por volta de cem anos, havia muita pobreza e quem tinha um diploma era tratado como uma pessoa especial. Hoje em dia, o professor ainda é tratado com muito respeito e trata-se de uma profissão desejada como carreira para os filhos. O professor tem autonomia para escolher os métodos, livros e didática para cumprir o currículo básico.

Na Finlândia, antes de aprenderem os conteúdos, os alunos têm experiências práticas que auxiliarão no seu entendimento futuro. Assim, têm aulas de culinária, poesia, música, línguas, matemática aplicada. O currículo é focado no que os alunos precisam aprender e não no que o professor tem que ensinar.

O cineasta Michael Moore realizou um documentário onde compara a educação nos Estados Unidos com a educação na Finlândia. Ele traz dados surpreendentes: A carga horária dos estudantes é pequena – 20 horas semanais – eles não têm lição de casa e nem testes de múltipla escolha. Não existe escola privada no nível básico, assim, quem tem dinheiro estuda com quem não têm uma condição de vida tão boa e os vínculos futuros tornam-se bem estruturados. E interessa a todos que a escola tenha qualidade.

Os alunos sentem-se tratados como seres pensantes e isso os torna mais responsáveis pelo próprio desenvolvimento. É interessante ver a expressão da Ministra da Educação quando Michael Moore diz que o ensino americano aboliu a dedicação à poesia por não interessar ao mundo corporativo.

Olhe ao redor na sua empresa e verifique se o ambiente é de respeito, desafios ao desenvolvimento e se tempo é utilizado para aquilo que realmente interessa. Sim, ou não?

Trecho do documentário de Michael Moore “Where to Invade Next”:

https://www.youtube.com/watch?v=CLhxOufPH6E

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s